Criado por Masashi Kishimoto, o mangá estreou em 21 de setembro de 1999 e marcou gerações ao redor do mundo
| Imagem Editada |
Das páginas de teste à Shonen Jump
Antes da serialização, Masashi Kishimoto já havia apresentado uma versão one-shot de Naruto, publicada em 1997. A ideia foi aprovada e ganhou espaço na revista semanal, onde disputava a atenção do público com outros grandes títulos do gênero.
A história de Naruto Uzumaki, o jovem ninja de Konoha que carrega dentro de si a Raposa de Nove Caudas, conquistou os leitores pelo carisma do protagonista e pelo tema central da trama: a busca por reconhecimento, amizade e superação.
15 anos de serialização
O mangá foi publicado até 2014 e terminou com 700 capítulos, reunidos em 72 volumes. Ao longo desse período, Kishimoto construiu um universo de vilas ocultas, clãs, técnicas ninjas e rivalidades. A relação entre Naruto e Sasuke Uchiha se tornou uma das mais lembradas dos animes e mangás.
A obra vendeu centenas de milhões de exemplares no mundo todo e está entre os mangás mais vendidos da história.
Do papel para as telinhas
No Brasil, o anime chegou nos anos 2000 e ajudou a consolidar uma geração de fãs de animes. Até hoje, o ninja de laranja aparece em cosplays, eventos, memes e conversas nas redes sociais.
Um legado que continua
Mais do que uma série de sucesso, Naruto virou referência para quem cresceu acompanhando os episódios e se identificou com a mensagem central da obra: acreditar em si mesmo, mesmo quando ninguém mais acredita. Aos 27 anos, o ninja que jurou se tornar Hokage segue vivo na memória, e no coração, de milhões de fãs.