Coyote vs. Acme' transforma décadas de fracassos em tribunal hilário nas telonas

 

Do engavetamento ao fenômeno de bilheteria

A jornada do longa até os cinemas foi tão turbulenta quanto os planos do próprio Coiote. Concluído em 2023 sob a direção de Dave Green e roteiro de Samy Burch (com história coidealizada por James Gunn), o filme de US$ 70 milhões esteve prestes a desaparecer para sempre quando a Warner Bros. Discovery decidiu engavetá-lo para abatimento fiscal.

Após forte comoção da indústria, manifestações de cineastas e pressão dos fãs, o longa acabou salvo e adquirido pela Ketchup Entertainment (com distribuição no Brasil pela Paris Filmes). A reviravolta só aumentou a expectativa em torno da obra, que estreou aclamada pela crítica internacional com comparações ao clássico Uma Cilada para Roger Rabbit (1988).

Processo por defeito de fabricação

A trama parte de uma premissa simples, mas genial: depois de décadas vendo bigornas falharem, foguetes explodirem ao contrário e patins a jato desgovernados o jogarem contra penhascos, o Coiote decide processar a Acme Corporation por produtos com defeitos de fabricação.

Para encarar a corporação, ele contrata Kevin Avery (interpretado por Will Forte), um advogado atrapalhado de pequenas causas. Do outro lado da disputa está o intimidador executivo da Acme, vivido por John Cena.

Pôster de Coyote vs. Acme nos cinemas, gerada com IA


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