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Samsung e Xiaomi preparam resposta ao celular Tri-Fold que virou febre

Quando todo mundo achava que a indústria de celulares já tinha chegado ao limite da criatividade com os modelos dobráveis no estilo "concha" e "livro", o mercado resolveu subir o nível da apelação. A nova obsessão do mundo tech agora atende pelo nome de Tri-Fold: celulares que se dobram em três partes, quase como se fossem um folheto de papel ou um mapa de turismo!

Quem deu o pontapé inicial e chacoalhou a mesa foi a Huawei, que surpreendeu a concorrência ao colocar no mercado o primeiro aparelho do tipo com duas dobradiças. E, claro, as outras gigantes da tecnologia não ficaram assistindo de braços cruzados por muito tempo.

A reação em cadeia: Samsung, Xiaomi e Honor entram no jogo

Ver a Huawei roubar os holofotes no segmento de inovação fez acender o sinal vermelho na Coreia do Sul e na China.

Marcas pesadas como Samsung, Xiaomi e Honor já estão com suas equipes de engenharia trabalhando a todo vapor para colocar seus próprios modelos Tri-Fold nas prateleiras:

  • A resposta da Samsung: Fontes da indústria em Seul revelam que a gigante sul-coreana já tem um protótipo bastante avançado no forno. A meta da empresa é apresentar uma prévia oficial até o final do ano para tentar retomar a coroa de rainha absoluta das telas flexíveis.

  • O toque chinês: Xiaomi e Honor também estão correndo por fora, buscando soluções para deixar esse "sanduíche" de telas o mais fino e leve possível, evitando que o usuário sinta que está carregando um tijolo no bolso.

Mas para que serve um celular que dobra duas vezes?

A grande sacada do conceito Tri-Fold é a versatilidade absoluta:

  1. Fechado: Ele funciona exatamente como um smartphone normal, com uma tela padrão na frente.

  2. Parcialmente aberto: Virá um aparelho intermediário, ótimo para leitura ou redes sociais.

  3. Totalmente aberto: Ele vira um tablet real de mais de 10 polegadas, perfeito para multitarefas, editar documentos, assistir a vídeos ou jogar com uma área útil gigante.

É a promessa antiga da tecnologia se realizando de verdade: ter a experiência de um tablet de tela grande sem precisar carregar uma mochila gigante por aí.

O desafio: preço e durabilidade

Nem tudo são flores nessa nova tendência. Para fazer um aparelho dobrar duas vezes de forma confiável, as fabricantes precisam lidar com o desgaste duplo nas dobradiças e criar baterias superfinas que caibam em um corpo esguio.

Além disso, a tecnologia inicial tem um custo salgado. Mas a história nos mostra que, à medida que mais marcas entram na disputa, os preços tendem a cair e a tecnologia vai ficando cada vez mais redonda.

A pergunta que fica é: você trocaria seu celular tradicional por uma "sanfona tecnológica" de três telas?

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